13 março 2013

A importância dos pequenos passos...


... ou não...
Quem por aqui passa sabe que a aceitação familiar de n@s tem avançado a passo...de caracol!
A mãe da gaivota sabe de n@s há mais de 6 anos e o primeiro contacto que tive com ela neste período de tempo aconteceu faz praticamente um ano, quando a gaivota foi sujeita a uma operação e a mãe teve de obrigatoriamente "lidar" comigo.
Nessa altura confesso que fiquei feliz com a pequena aproximação e considerei-a um passo muito importante.
Desde então a gaivota passou sempre a falar no plural e a não omitir a nossa vida.
Passado este tempo todo, pela primeira vez, a sua mãe passou uma noite cá em casa, o que é de extrema importância para o evoluir da nossa possível futura relação.
Se me senti apreensiva, receosa, expectante?
Curiosamente, para meu próprio espanto, não senti nada disso.
Mas a constatação deste facto fez-me pensar que começo a relativizar, que o que realmente importa é que nós estamos bem, que finalmente estou a conseguir relaxar e apenas desfrutar os momentos.
Quem nos quer acompanhar é bem vindo, quem quer implicar, siga o seu caminho.
Apesar de não gritarmos a plenos pulmões, nem acenarmos com nenhuma bandeira, procuramos ir ganhando o nosso espaço e gerindo as situações conforme nos surgem.
Se é o grau de honestidade que desejaria?
Como já disse muitas vezes por aqui, não é, mas...há que relativizar.
Somos felizes e isso sim é muito importante!

A maravilhosa amplitude do som

There must be a place - Them Lies


Nota: roubado do blog do caçula
Nota_1: Gravado num dos cantinhos junto à terrinha.

11 março 2013

Tocar na alma...


Não sei se é preciso ser professor para que este filme toque no mais fundo de nós.
Não sei se é preciso conhecer a realidade para perceber que pouco faltará para estarmos neste ponto.
Não sei...
Só sei que me tocou na alma...

03 março 2013

A explorar...

Moullinex - Darkest night

Produtividade

A gaivota esmerou-se bastante este fim de semana na cozinha.
Digamos que a sua motivação para as lides da cozinha não costuma ser muita. Com isto não quero dizer que não tem jeito mas, ao contrário de mim, não apresenta gosto por esta prática.
É hábito cá por casa cozinhar no fim de semana para que durante a semana haja comida já feita para levar para o trabalho ao almoço e sopa para o jantar, prática esta que costuma caber a mim.
Assim sendo, o ter confecionado ontem três pratos principais em menos de duas horas é um feito novo para ela.
Para além disso, hoje ainda lhe deu para fazer bolachas e eu aproveitei para fazer broas de mel e uma sopa de feijão verde.
Não sei o que deu à gaivota para se inspirar de tal forma, mas eu só posso ficar orgulhosa!
O melhor de tudo é que, embora eu goste de cozinhar, por vezes é bom que cozinhem para nós.
Boa amor!

25 fevereiro 2013

A ouvir...

Kaki King - Fences

23 fevereiro 2013

Tanto espaço...

...entre nós.
Há dias em que o coração aperta...
...saudades dos manos.

 Mário Laginha Trio - Tanto Espaço


Vi...vendo_15


18 fevereiro 2013

Estatísticas

Um dia destes ao vir do trabalho para casa, a ouvir o melhor programa da Antena2, dei por mim a sorrir e a pensar sobre a alteração das prioridades musicais de cada um de nós.
Digo alteração e não crescimento nem maturidade, porque penso que não se trata disso, mas sim de um precisar cada vez mais de sentir sonoridades que estejam em consonância com o nosso estado de espírito.
Pensei até que daria para fazer uma análise gráfica com os estilos musicais que se ouvem ao longo dia, desde o levantar ao deitar, bem como discriminar qual a percentagem de estilos musicais ouvidos ao longo de diversos patamares etários.
Passo a exemplificar, assim muito rapidamente:

18-22 anos - ouvia mais pop e música do mundo; 
                   - de manhã - new age; tarde - pop; noite - música do mundo (maioritariamente irlandesa)
27-30 anos - ouvia mais trip hop e R&B;
                  - de manhã - R&B; tarde - trip hop; noite - chill out
32-36 anos - ouço mais Jazz e Indie
                  - de manhã - rádio (o que for, para acordar); tarde - indie; noite- jazz

Acho que com o passar dos anos a barra da categoria Jazz aumentará exponencialmente, bem como a do fado.
Já agora, também podia fazer um gráfico cujas categorias fossem as estações de rádio.
Certamente que nos meus 18 anos, se ouvi 2% de Antena2 terá sido uma percentagem elevada para a época em causa.
Resumindo, como um colega meu diria: -"Isso era tema para uma tese!"
E já agora, dêem uma espreitadela ao programa da Antena2 e digam lá se é ou não é uma delícia!


 Duke Elllington f/ Coleman Hawkins - Solitude

13 fevereiro 2013

"The Following"

E parece-me que já arranjámos série substituta para o Dexter, o qual só volta daqui a quase um ano.
Ainda só vimos o primeiro episódio, mas promete!



08 fevereiro 2013

Mascaradices



Bom Carnaval...para quem gosta!
Cá para mim é uma boa época para descansar.
Divirtam-se ou descansem.

Nota: o que vale é que a gaivota tem quem a acompanhe na festa! 
Senão lá teria eu de ir ao baile ouvir: "É dos carecas que elas gostam mais..."

25 janeiro 2013

(In)formação




Há muito tempo que não sentia tanto prazer em formação.
Faz toda a diferença fazer formação por vontade própria e não por obrigação.
Faz toda a diferença ter formação por motivos pessoais e não por necessidade (imposição) profissional.
Apesar do cansaço, apesar do "pós-laboral", apesar de chegarmos a casa a horas de dormir, está a ser produtivo e enriquecedor.

Sempre bom!

Que saudades tinha deste Sr.!


Nick Cave & The Bad Seeds - We no who you are

15 janeiro 2013

A explorar...

Bonobo - The Keeper

Entusiasmo

Isto sim é entusiasmo!
A felicidade das pequenas grandes conquistas.



14 janeiro 2013

e depois um vazio...

Só esteve 24 horas na nossa vida e fez toda a diferença.


Nota: já tenho saudades...

11 janeiro 2013

Desculpem lá qualquer coisinha...

...mas estou mesmo a precisar de por para fora.

Incrível como há gente que se rege apenas por interesses políticos e esquece os princípios básicos de bom senso e retidão profissional.
Gente prepotente que no fundo só sabe prestar vassalagem a quem está acima deles para mim não vale nada, nem merece o mínimo de respeito.
Sinto-me como se me tivessem colocado um Ferrari nas mãos, mas só me deixam andar a 50 e ainda querem que me sinta agradecida.
Quando julgava ter encontrado o cantinho ideal de trabalho...
Ou faço das tripas coração e me abstraio, ou vou voltar a passar-me...
O que ganho com isso? 
Nada...

Nota: no meio desta m∂ƒøπ toda o que vale é que, pela primeira vez, tenho quem me acompanhe profissionalmente neste sentimento de impotência.


01 janeiro 2013

Live your life...

...e sejam felizes!


Yuna - Live your life