Mesa - Wuthering Heights (Kate Bush)
26 setembro 2013
18 setembro 2013
Afortunada?
E já lá vão 15 anos na profissão que abracei, 14 dos quais passados aqui nas ilhas...
Este início de ano tem-me deixado com uma sensação como quando temos uma dor e procuramos não ligar-lhe para ver se passa...mas não passa...
Optei por vir para as ilhas porque na mainland só fui capaz de me sujeitar dois anos ao dissabor de percorrer o país todo, distrito a distrito para concorrer (sim ainda sou do tempo que era preciso calcorrear o país de lés a lés, com filas intermináveis de pessoas a tentar o mesmo).
E assim o fiz, num ato um pouco impulsivo lá peguei na trouxa e a 30 de setembro de 1998 chegava ao lugar pelo qual me apaixonei e onde me apaixonei (mas isso é outra história).
Nesse ano e nos seguintes, alguns amigos também optaram pelo mesmo, mas muitos ficaram lá, uns mudaram de profissão, muitos mudaram de ciclo de ensino e quase todos ficaram bem longe de casa, chegando a fazer centenas de km por dia.
Os anos passaram e alguns dos de cá voltaram para lá e eu e poucos mais ficámos, uns porque se apaixonaram pelas ilhas, outros por saberem que mesmo indo iriam ficar longe de casa e certamente longe dos seus/suas companheiros(as) e longe por longe, mais vale aqui!
Mas também por receio do que podia lá acontecer...sim, o que se veio a verificar e realmente está a acontecer!
Os da minha geração e média profissional, são aqueles que neste momento estão com a corda no pescoço, em risco de ficarem no desemprego!
É claro que, por enquanto, estão melhor do que os milhares que já ficaram sem emprego, mas até quando?
A angústia, a incerteza...como querem "eles" que pessoas nesta situação sintam motivação no trabalho?
Ah e tal, dirão "eles": -"Deviam dar-se por satisfeitos de ter emprego."
Sim, tendo em conta tudo o que se passa no país, talvez devessem sentir-se gratos, mas tal não é condição suficiente para sentirem motivação pois, por inúmeros fatores, cada vez mais as condições de trabalho são insuficientes!
Tudo isto me provoca uma imensa angústia, por lamentar o que está a acontecer com muitos colegas e por pensar que eu poderia estar na mesma situação!
Mas também porque faz-me questionar sobre que legitimidade tenho para me mostrar insatisfeita com as minhas condições de trabalho, quando há tanta gente bem pior que eu?
E refletindo sobre tudo isto, parece-me que por aqui estamos todos menos reivindicativos, mais apagados, porque no fundo, tendo em conta a situação atual, quase que sentimos a obrigação de nos considerarmos afortunados!
05 setembro 2013
03 setembro 2013
Já me tinha esquecido...
...porque detesto fazer formação com colegas de profissão... é que a grande maioria se comporta como os putos que costumamos ter à frente.
Não posso com gente que insiste em ter conversas paralelas quando o preletor está a tentar falar, nem com piadas que não têm graça nenhuma.
Não há pachorra para tanta falta de profissionalismo e de boas maneiras!
30 agosto 2013
I know that you know
Marketa Irglova - Now You Know
Sometimes...
"When you talk to me I can't focus on what you're saying
Cos my mind gets lost in the movement of your lips,in the color of your eyes and the gesturing of your hands, those lovely hands"29 agosto 2013
Conveniências
Entrar nas lojas e continuarem a chamar-me de "menina" (apesar da maioria das lojistas serem mais novas do que eu e de as minhas brancas não estarem nada disfarçadas)
Passar pelos senhores dos bancos e/ou agências de crédito que tentam angariar clientes e dizerem "boa tarde, posso falar com a senhora?"
Convenhamos que quando as duas situações acontecem no mesmo dia, num intervalo de menos de meia hora, me soa ainda pior!
Afinal, é conforme lhes dá mais jeito?
27 agosto 2013
24 agosto 2013
22 agosto 2013
Devaneios fotográficos...
...em noite de lua cheia.
Nota: gosto mesmo da máquina dela!
Nota_1: parece-me que tenho de comprar uma grande angular e já que é pra pedir, também calhava bem uma teleobjectiva!
Gaivota (G15) Cegonhagarajau (500D)
Nota: gosto mesmo da máquina dela!
Nota_1: parece-me que tenho de comprar uma grande angular e já que é pra pedir, também calhava bem uma teleobjectiva!
16 agosto 2013
14 agosto 2013
Por entre extremos
De um lado a saudade imensa,
a vontade de estar com quem, em todas as vezes que lá vou se nota mais o passar do tempo, os pais.
A vontade de ir beber o cafezinho da manhã com a mãe, apanhar a pouca aragem que se sente por essas horas, auxiliar nos afazeres, abraçar, mimar e simplesmente estar,
a vontade de seguir atrás do pai pelas poucas sombras que o casario proporciona ao início da tarde, para com ele o cafezinho tomar após o almoço, para lhe fazer a vontade de me "mostrar" às gentes da terra
Por outro o sentir que sou um estorvo,
que pouco após a chegada, após o "carregamento da bateria" das saudades que de mim tinham, que após o meu próprio "matar" de saudades, estou a tirá-los da sua rotina diária,
que o modificar do habitual cria instabilidade.
Queria conseguir evitar este sentir que não sei se sou eu que o origino,
queria conseguir relaxar,
queria encontrar o verdadeiro diálogo onde ele nunca existiu.
Chego sempre com a vontade de que tudo esteja melhor, que a amargura ceda lugar ao entendimento, que as dores físicas e psicológicas sejam menores e que a harmonia seja constante e não esporádica.
Parto sempre com a frustração de quem nada pode fazer, pois ambos, cada um à sua maneira, carregam um fardo que os filhos, por muito que quisessem, não conseguem dissipar, apenas amenizar.
Queria apenas que fossem verdadeiramente felizes.
Daughter - Drift
09 agosto 2013
Home
E chegam as saudadinhas do lar, de nós no sofá a colocar as séries em dia :)
Saudadinhas dos teus espirros matinais e de chegares a casa ao fim do dia e de me mimares,
Saudadinhas do teu sorriso quando vês que te fiz uma comida "boínha"
Saudadinhas até de estares sempre a ver o spotazores para saberes onde está mais sol para irmos dar um mergulho.
Estou quase aí para comeres como deve ser (sim, chega de chocapic e de massa de pacote!)
Estou quase aí pra te abraçar e sentir "estou em casa".
Nota: mas vou aproveitar Lisboa pra ir ao sushi já que tu não gostas, por isso tens direito a mais um dia de comida de pacote :)
05 agosto 2013
"I thought about you"
Penso sempre em ti.
Tudo o que faço sem ti me põe a pensar o que dirias ou o que farias (incluíndo as chalaças que sempre tens prontas para dizer).
Amo a tua rabugice, o teu humor, a tua mimosisse, a tua independência, mas também a tua dependência.
Amo as parvoíces de criança, os momentos de pirosisse, a determinação e o teu olhar quando queres um chocolate.
Amo que não te esqueças e que me lembres de todas as datas que eu deveria saber e que saibas cantar a canção da minha terra.
E claro, também amo os teus pés lindos :)
Amor, por tudo isto e muito mais, por insistires para que eu não passasse o nosso dia contigo, mas sim na terrinha com a família, amo-te.
Ainda mais porque, sete anos passados, o que sinto por ti continua a crescer.
Obrigada por existires na minha vida.
Tudo o que faço sem ti me põe a pensar o que dirias ou o que farias (incluíndo as chalaças que sempre tens prontas para dizer).
Amo a tua rabugice, o teu humor, a tua mimosisse, a tua independência, mas também a tua dependência.
Amo as parvoíces de criança, os momentos de pirosisse, a determinação e o teu olhar quando queres um chocolate.
Amo que não te esqueças e que me lembres de todas as datas que eu deveria saber e que saibas cantar a canção da minha terra.
E claro, também amo os teus pés lindos :)
Amor, por tudo isto e muito mais, por insistires para que eu não passasse o nosso dia contigo, mas sim na terrinha com a família, amo-te.
Ainda mais porque, sete anos passados, o que sinto por ti continua a crescer.
Obrigada por existires na minha vida.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




