Numa altura em que toda a gente parece que não está "na crise" e anda para aí a comprar SUV's, eu fiz exatamente o inverso.
Após vários anos a rolar com o rabinho sentado no balcão, sem olhar e sem abrandar perante os buracos do caminho, a estacionar em qualquer lugar e a meter-me por qualquer caminho (vá, qualquer um também nem tanto!); passo agora para a plateia, para as rodas baixas, para a sensação de sentada quase no chão.
Pois é, a velhice chega a todos, e apesar dos excelentes momentos vividos (em especial na outra ilha) com o meu "sobe paredes", é chegada a hora da sua reforma.
Clã - GTI
Se pudesse, se não bebesses tanto, ficava contigo "jipo"!
Nota: vamos lá ver se agora me lembro de abrandar nas lombas e buracos! Ai a suspensão!
A água, o mar, ribeiras, lagoas e cascatas fazem parte do nosso dia a dia.
Ver o mar assim que acordamos, ouvi-lo antes de dormir, presenciar a sua imponência, tornou-se algo quase tão natural como respirar.
Será que ainda conseguiria viver longe dele?
Não me parece...
Para quem vem da seara, onde o único "mar" se vê em barragens (quase secas hoje em dia) e em piscinas, reconhecer que a água lhe é indispensável, por certo cria uma série de barreiras em relação ao futuro... sim, porque o amanhã, o nosso amanhã não tem local definitivo, mas provavelmente será sempre perto do mar.
Um abraço a tod@s as anónimas conhecidas que ontem se juntaram e me cantaram os parabéns via telefone.
Foi emotivo perceber que, de facto, os cantinhos que pouco a pouco vão fazendo parte do nosso dia a dia, são habitados por pessoas que vão alimentando este sentimento familiar de que nos conhecem e que as conhecemos.
Obrigada e espero que no próximo "ajuntamento" possamos estar presentes fisicamente para darmos forma às vozes imponentes que se fizeram ouvir : )
Não consigo perceber como é que os putos insistem em mascar pastilhas, tipo ruminador, logo às 8 horas da manhã, quando já sabem (aliás, estão fartinhos de saber!) que assim que entram na aula eu os mando deitá-la para o lixo.
Não sei bem porquê, mas estava a ouvir a nova música de Florence+The Machine e a sua voz poderosa fez-me lembrar desta senhora, do tempo em que as únicas vozes femininas que me acompanhavam se resumiam a pouco mais que Annie Lennox, Sade Adu, Kate Bush, Suzanne Vega, Tracy Chapman...
Nota: ok, ok, tou a ficar cota (e mais não falei dos Eurythmics!)