Mostrar mensagens com a etiqueta trabalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta trabalho. Mostrar todas as mensagens

18 dezembro 2015

12 dezembro 2015

17 novembro 2015

Prelúdio para ...

... uma conversa com os miúdos.



Nota: e afinal eles sabiam mais sobre o que se passa no mundo do que eu julgava!

13 setembro 2015

22 maio 2014

Viver



" (…)
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos. 


Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo. 


Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar. 


Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante. 


Morre lentamente, 
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, 
não pergunta sobre um assunto que desconhece 
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. 

Evitemos a morte em doses suaves, 
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior 
do que o simples acto de respirar. (…) "


Dizia ele assim no seu livro ("Nunca te distraias da vida") citando Martha de Medeiros e realmente tem toda a razão, é tão fácil deixarmo-nos morrer lentamente, é tão mais fácil desistir, cansa tanto remar contra a maré, custa tanto suportar a falta de princípios de alguns (cada vez mais), 
tanto esforço e depois os mal humorados somos nós, os conflituosos somos nós
...
Para quê? 
Para podermos  viver sem termos vergonha de nós próprios
(e enquanto eu conseguir ter a sanidade para pensar assim, vai o barco menos mal)


Nota: Acho que como ele diz no vídeo, devo estar a precisar de um abraço!
Nota_1: E não, felizmente não tenho ninguém a passar pela sua situação.

20 março 2014

...


… tão cansada
… bem pior que assumir que se faz por interesse próprio é o falso altruísmo…
… não há paciência para adultos mal resolvidos, interesseiros e falsos!

… tão cansada
… há dias que basta o "abracinho" de um pituca ou o sorriso de um "artista" motivado
… mas há outros, que começam a ser a maioria, nem colegas nem pitucas se atura!
… não fosse a falta de coragem, dava um pontapé a isto tudo e mudava de vida...

23 janeiro 2014

Quase...

…a subir paredes!
Estou tão fartinha de não poder fazer exercício que até já me apetece correr!

Nota: normalmente a corrida por si só não é a atividade que mais me agrada na prática desportiva.

Se não é do c# é das calças!

Agora é uma bursite que resultou da compensação da anterior lesão!



10 dezembro 2013

19 novembro 2013

Informal q.b.

Não sou pessoa que exija formalismo nas relações profissionais, no entanto considero que determinadas situações exigem o seu quê de formalidade, nem que seja simplesmente porque, quando tal não se verifica, há muito boa gente que tende a, no mínimo distrair-se e no máximo a "avacalhar" a situação!
Dito isto, custa-me um pouco "engolir" a falta de formalidade dos superiores hierárquicos (com utilização de palavrões à mistura) numa tentativa de "laissez-faire", com uma postura de parecer estar "na boa" com todos, mas que no fundo apenas reflete muita falta de competência.
Quanto aos que sempre procuram ser profissionais, questionam e colocam em causa, são considerados uns "chatos", sempre do contra e de quando em vez "toma lá mais trabalho pra ver se te calas!"
E depois queixam-se quando vêem o barco a afundar e passam do "porreiro pá!" para "é da vossa competência!"

Nota: esclareço que (1) eu também digo umas asneiras de vez em quando, mas unicamente entre amigos; 
(2) sei que formalidade não é sinónimo de competência  e que informalidade não é sinónimo de incompetência;
(3) já trabalhei com "formais" que é só conversa e com "informais" que estão sempre prontos para trabalhar.

14 novembro 2013

De molho!

Tcharam!!!!
É preciso eu estar "de molho" para conseguir ter um tempinho para vir para aqui escrever…parvoíces!
Pois é, como diz o meu sobrinho, "esbardalhei-me" e como já não tenho 20 anitos, qualquer torçãozita resulta numa bela entorse.
E aqui estou eu, forçosamente a descansar de pé no ar…. esperem, digo: forçosamente de pé no ar (ponto), porque a descansar…nem por isso.
Tenho tanto trabalho para fazer que estes dias estão a dar para por tudo em dia (ainda bem que não tenho muitas dores).
O grande contra é que já não tenho posição para estar, tenho o rabo quadrado e dói-me as costas!
Um abraço para vocês :)

29 outubro 2013

A explorar...

indignu [lat.] - Capítulo I - onde as nuvens se cruzam


Nota: desculpem a ausência, mas o trabalho tem sido tanto e tenho estado tanto tempo de volta do computador que quando chega a altura de parar de trabalhar não me apetece fazer seja o que for por aqui.
Abraço 

18 setembro 2013

Afortunada?

E já lá vão 15 anos na profissão que abracei, 14 dos quais passados aqui nas ilhas...
Este início de ano tem-me deixado com uma sensação como quando temos uma dor e procuramos não ligar-lhe para ver se passa...mas não passa...
Optei por vir para as ilhas porque na mainland só fui capaz de me sujeitar dois anos ao dissabor de percorrer o país todo, distrito a distrito para concorrer (sim ainda sou do tempo que era preciso calcorrear o país de lés a lés, com filas intermináveis de pessoas a tentar o mesmo).
E assim o fiz, num ato um pouco impulsivo lá peguei na trouxa e a 30 de setembro de 1998 chegava ao lugar pelo qual me apaixonei e onde me apaixonei (mas isso é outra história).
Nesse ano e nos seguintes, alguns amigos também optaram pelo mesmo, mas muitos ficaram lá, uns mudaram de profissão, muitos mudaram de ciclo de ensino e quase todos ficaram bem longe de casa, chegando a fazer centenas de km por dia.
Os anos passaram e alguns dos de cá voltaram para lá e eu e poucos mais ficámos, uns porque se apaixonaram pelas ilhas, outros por saberem que mesmo indo iriam ficar longe de casa e certamente longe dos seus/suas companheiros(as) e longe por longe, mais vale aqui! 
Mas também por receio do que podia lá acontecer...sim, o que se veio a verificar e realmente está a acontecer!
Os da minha geração e média profissional, são aqueles que neste momento estão com a corda no pescoço, em risco de ficarem no desemprego!
É claro que, por enquanto, estão melhor do que os milhares que já ficaram sem emprego, mas até quando? 
A angústia, a incerteza...como querem "eles" que pessoas nesta situação sintam motivação no trabalho? 
Ah e tal, dirão "eles": -"Deviam dar-se por satisfeitos de ter emprego."
Sim, tendo em conta tudo o que se passa no país, talvez devessem sentir-se gratos, mas tal não é condição suficiente para sentirem motivação pois, por inúmeros fatores, cada vez mais as condições de trabalho são insuficientes!
Tudo isto me provoca uma imensa angústia, por lamentar o que está a acontecer com muitos colegas e por pensar que eu poderia estar na mesma situação!
Mas também porque faz-me questionar sobre que legitimidade tenho para me mostrar insatisfeita com as minhas condições de trabalho, quando há tanta gente bem pior que eu?
E refletindo sobre tudo isto, parece-me que por aqui estamos todos menos reivindicativos, mais apagados, porque no fundo, tendo em conta a situação atual, quase que sentimos a obrigação de nos considerarmos afortunados!


03 setembro 2013

Já me tinha esquecido...


...porque detesto fazer formação com colegas de profissão... é que a grande maioria se comporta como os putos que costumamos ter à frente.
Não posso com gente que insiste em ter conversas paralelas quando o preletor está a tentar falar, nem com piadas que não têm graça nenhuma.
Não há pachorra para tanta falta de profissionalismo e de boas maneiras!

15 junho 2013

Pitucas de férias!

Ufa!!
Hoje foi o último dia com "artistas" na água.
Ontem foi o último com "caramelos" de mochila às costas.
De ano para ano custa mais.
Chego a esta fase de rastos e só a funcionar com o apoio do comprimidinho lilás!
Finalmente em pausa de pitucas!
Em setembro há mais!
Afazeres nos próximos tempos: papéis e mais papéis, relatórios e mais relatórios.

03 junho 2013

"Obrigado"


Custa-me imenso perceber que há crianças que não sabem dizer um simples "obrigado".
Não tenho qualquer problema em dar algo a um aluno que por mil e uma razões ele não consegue ter, mas já me aconteceu por duas vezes nem sequer ouvir um "obrigado" e ter de lhes chamar a atenção para esse facto e explicar os fundamentos da boa educação.
Sentir apreço e agradecer é algo de tão básico que os progenitores deviam ensinar que daí se percebe que no fundo eles até são muito bons para algumas das "árvores" de onde vêm!

26 abril 2013

"Envacamento"

Quem anda pelas estradas da ilha sabe que por vezes o carro dá de caras com uma manada de vacas.
O curioso não é esta situação já habitual, mas sim ser tema de conversa à hora do café, a quantidade de manadas que cada um encontrou na estrada antes de chegar atrasado ao trabalho.
Até seria interessante darem na rádio local informações das manadas nas estradas, por forma a evitar engarrafamentos!
Sim, ao jeito de informação de trânsito "evite a estrada X, pois há fila de meio quilómetro à entrada de Y, devido a mudança de gado entre W e Z."

É o dia a dia na ilha! 
Isso e bosta de vaca fresquinha no carro!

23 março 2013

Finalmente...



(via: wuschwusch)

...uns dias de descanso!

11 março 2013

Tocar na alma...


Não sei se é preciso ser professor para que este filme toque no mais fundo de nós.
Não sei se é preciso conhecer a realidade para perceber que pouco faltará para estarmos neste ponto.
Não sei...
Só sei que me tocou na alma...