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03 janeiro 2016

E o dia chegou!


Faz praticamente 5 anos que "um dia" aconteceu...
Esse dia é hoje!
Nós os três, junto à lareira.
Custava-me a acreditar que seria possível...
O que sinto?
Serenidade, conforto e amor por todos nós.





Nota: "hoje" foi a 29 de dezembro. Não me foi possível publicar antes.

28 julho 2015

A leveza que advém da honestidade

Sim, finalmente ao fim de praticamente 40 anos abri a porta aos meus pais e mostrei-me como quem realmente sou!

Como me sinto?
Leve por finalmente ser honesta com eles;
Leve por não ter mais que omitir;
Leve por perceberem que sou feliz;
Leve por me abrirem os braços e dizerem: 
"O que importa é seres feliz, sempre serão bem vindas e ninguém tem nada a ver com a vossa vida!"

Mas o que mais me deixou feliz foi perceber que no fundo ambos sempre souberam quem eu sou e apenas respeitavam a minha decisão de não lhes contar e aguardavam que eu quisesse assumir.

Agora sim posso respirar fundo e dizer que quem realmente importa ama e aceita, o resto é irrelevante!

Se o devia ter feito antes?
Certamente, mas agora de nada valem as nostalgias com o que podia ter sido.
Agora o que importa é o futuro de peito aberto e cabeça erguida!

I'm out and proud!

24 abril 2015

Bom ou mau?


Sabemos que a sogra já nos conhece um pouco e se sente à vontade quando nos oferece algo assim. 
Tendo em conta o passado e a sua boa disposição atual, considero-o um elogio.
Sim, de facto gosto muito de cozinhar e sim, sempre acompanhado de um copo de vinho.

07 janeiro 2014

Um brinde...

… aos momentos bem passados nestas férias, como há muito não tinha.
Família, amigos, boa conversa, boa comida e bom vinho!
Que bom!


14 março 2013

Sempre caçula

O caçula faz 30... e eu:
- Ooou! Quando é que isto aconteceu?

Quando é que o pituca largou o capacete de polícia com o qual andava sempre no triciclo?
Quando é que o caçula deixou os livros de astronomia e o telescópio?
Quando é que finalmente acordou para a verdadeira tecnologia e se tornou macníaco?
Quando é que deixou de beber coca-cola e começou a apreciar (qual enólogo) vinhos?
Quando é que encontrou o amor da sua vida?
Quando é que começou a adorar cães?
Quando é que a sua capacidade de argumentação começou a sobrepor-se à oratória dos manos?
Quando é que passou do telefonar à mana para aprender a arranjar um frango para um cozinheiro gourmet?
Quando é que os cabelos louros deram lugar a já alguns cabelos brancos?

Sim os anos passam, sim o estar aí significa que daqui a nada eu estou nos 40...
Mas o que realmente importa é que ele se tornou num homem do qual me orgulho muito.
Aliás, sempre me orgulhei muito dos meus irmãos.

Maninho, sempre serás o caçula, mesmo quando fizeres 50 e eu tiver 57.
Gosto muito de ti e eu sei que também gostas muito de mim :)

13 março 2013

A importância dos pequenos passos...


... ou não...
Quem por aqui passa sabe que a aceitação familiar de n@s tem avançado a passo...de caracol!
A mãe da gaivota sabe de n@s há mais de 6 anos e o primeiro contacto que tive com ela neste período de tempo aconteceu faz praticamente um ano, quando a gaivota foi sujeita a uma operação e a mãe teve de obrigatoriamente "lidar" comigo.
Nessa altura confesso que fiquei feliz com a pequena aproximação e considerei-a um passo muito importante.
Desde então a gaivota passou sempre a falar no plural e a não omitir a nossa vida.
Passado este tempo todo, pela primeira vez, a sua mãe passou uma noite cá em casa, o que é de extrema importância para o evoluir da nossa possível futura relação.
Se me senti apreensiva, receosa, expectante?
Curiosamente, para meu próprio espanto, não senti nada disso.
Mas a constatação deste facto fez-me pensar que começo a relativizar, que o que realmente importa é que nós estamos bem, que finalmente estou a conseguir relaxar e apenas desfrutar os momentos.
Quem nos quer acompanhar é bem vindo, quem quer implicar, siga o seu caminho.
Apesar de não gritarmos a plenos pulmões, nem acenarmos com nenhuma bandeira, procuramos ir ganhando o nosso espaço e gerindo as situações conforme nos surgem.
Se é o grau de honestidade que desejaria?
Como já disse muitas vezes por aqui, não é, mas...há que relativizar.
Somos felizes e isso sim é muito importante!

25 julho 2012

Pode acontecer !


Normalmente não é o que acontece quando estou com crianças (em especial os sobrinhos), mas os níveis de ansiedade e alerta  em que fico resultam diretamente da consciência de que tal pode acontecer!



30 abril 2012

O tempo passa...



Nota: o que sinto não é inveja do que fazem juntos, o que sinto é que estou a perder tantos momentos com eles...e essa constatação deixa-me com um aperto no coração e dificilmente consigo conter as lágrimas....

13 fevereiro 2012

Males que vêm por bem

Lá tenho que concordar com a amiga D. que acredita que há lá em cima alguém a zelar por todos nós.
Sim, porque quando lhe disse que a mãe da gaivota vinha cá, ela riu e disse que "Ele escreve direito por linhas tortas" ... pois, pois, pensei eu, a imaginar já como iria lidar com a situação sem stressar mais o meu amor para além do stress que ela já sentia com a operação.
É, parece que a preocupação de ambas com a gaivota amenizou o que ela eventualmente pensaria de mim.
Após 5 anos em que eu fui considerada persona non grata, em que deixei de existir, pois o n@s nunca foi aceite, após um perentório "nunca"... desde ontem, a pouco e pouco, foi possível dialogar-mos, um olhar nos olhos, um tratar-me pelo nome e um "vocês"...
O que virá a seguir?
Não sei, não quero acreditar que possa voltar à situação anterior quando se for embora...
Quero acreditar que ela percebeu o amor que sinto pela sua filha, nas 8 horas que estive de pé no hospital, aguardando ansiosamente que tudo corresse bem e zelando para que nada lhe faltasse.
Quero acreditar que este mal veio por bem e que tenha servido não só para acabar com as dores do meu amor, mas também para possibilitar uma aproximação que de outra forma talvez nunca viesse a ser possível.
Agradecemos a tod@s que por cá passaram a desejar votos de que corresse bem.
Correu melhor do que esperávamos :)

11 fevereiro 2012

Sem enganos


Nota: os parcos conhecimentos médicos (auxiliados pela pesquisa na net) 
indicam-nos que será mais ou menos por ali :)
Nota_1: tudo correrá bem amor
Nota_2: tudo, incluíndo a família

09 fevereiro 2012

Questões ...inexistentes


...
há questões que habitualmente não chegam a ser ponderadas e muito menos colocadas em causa...
porquê?
porque são questões inexistentes.
Sim, inexistentes.
O que para n@s pode ser uma situação complexa, nem sequer chega a ser considerada como tal por um casal hetero.
...


Nota: de realçar que no "n@s" se engloba apenas aquel@s que como n@s não assumem perante qualquer um ou em qualquer situação, bem como @s que para além disso têm "issues" com a família...

02 janeiro 2012

Ainda não foi desta!

(reflexões no ar - 30 de Dezembro)


E uma vez mais volto a casa com o nó na garganta...
ainda não foi desta vez que considerei oportuno ser verdadeira com os velhotes.
...
sim, verdadeira! 
Conhecerem-me de facto e acima de tudo ficarem a saber que estou verdadeiramente bem e feliz.
Não consigo deixar de pensar que os anos estão a passar e que não sei quando eles me faltarão...
Não consigo deixar de pensar nas implicações de tal honestidade, pois se a reação for negativa eu não conseguirei voltar atrás e fingir que nada foi dito, pois depois do passo dado ou seremos as duas ou não será nenhuma...
Começo a não conseguir lidar com este "faz de conta", com a omissão, mas o que realmente receio é que, qualquer dia, o "anúncio" saia de rompante, tal panela de pressão, o que certamente não será a melhor forma de o fazer...

Será que mais vale o "nós" e o "vocês" já sempre dito por eles, mas nunca explícito, ou a possibilidade de uma futura omissão?
...

27 dezembro 2011

Cantinhos (7)

Se bem que este não faz parte dos cantinhos de caminhadas que aqui tenho partilhado, faz parte dos cantinhos da terrinha, já várias vezes explorado por mim, mas desta vez trilhado com os pitucas.
Muito bom!



Nota: que bom seria tê-los mais perto....

26 dezembro 2011

Orgulhosa...


Pois é, a oferta da gaivota para o pituca já foi bem explorada cá em casa!
Sim passámos uma tarde a desenhar seres do mar.
Entre golfinho, baleias, raias e outros, fiquei orgulhosa ...de mim!
Já ele tem uma facilidade muito maior que a minha e a sobrinha optou por desenhar princesas, fadas e motivos de natal!
Amor, para que não gozes comigo, aqui está a prova do que consegui fazer:

Nota: fica a faltar o livro dos pássaros!

Parker em formação



Como tia babosa que sou, tinha que gabar os dotes do pituca no saxofone!
Um potencial Charlie Parker em formação!






 Charlie Parker - Summertime




Nota: Vá tio, eu sei que preferes o Coltrane, por mim tudo bem :)

Afundar a voar

(reflexões no ar - 21 de dezembro)



A viagem de Natal é sem dúvida a viagem que mais me custa fazer...
Aqui sentada no avião sinto-me progressivamente a afundar nos meus pensamentos.
Sinto a descompressão de uma fase de trabalho que custa sempre muito (entre setembro e dezembro há que “domar as feras”);
Invade-me o sentimento egoísta de que queria descansar e ficar sossegada no nosso canto;
Cresce a vontade imensa de estar com os manos e sobrinhos, mas incomoda-me saber que eles têm de reorganizar os seus dias para poderem estar comigo (detesto incomodar seja quem for);
Volta o desejo de querer partilhar este momento de família com ela que é a minha família de todas as horas do dia e entristece-me que, uma vez mais, estamos afastadas quando devíamos estar juntas;
Mas acima de tudo enfurece-me que, ano após ano, me sinta uma fraca por não resolver esta situação de uma vez por todas, independentemente do resultado!



 Amiina - What are we Waiting for?

20 dezembro 2011

Flying to...

...mainland!
(source: tortadealgodao)


Nota: E já me constou que tá um frio do...(lá vai o stock de lenha do velhote à vida!)

27 novembro 2011

Meu coração

A gaivota tem um jeito muito especial de lidar com as crianças!
Será do sorriso lindo e brincalhão?
Será de parecer novinha e eles se identificarem mais com ela?
Será porque começa logo aos pulos e com brincadeiras?
Será tudo isso? Provavelmente.
Só sei que ontem a minha afilhada passou o tempo todo a brincar com ela e que a vergonha de dançar da minha gaivota passou num instante, especialmente depois de dançar (quase em modo repeat) 50 vezes a mesma música.
Divirtam-se e imaginem (eu também dei uma ajudinha na dança)!


Nota: e eu amo-te tanto por tudo e também por isto, meu coração!
Nota1: como ela diria "meu coração palpita que nem uma batata frita"!

15 novembro 2011

Step by step

Ontem, ao telefone com o mano velho e depois de ter falado com os sobrinhos no final do jantar, ele estava a gabar os dotes culinários da sua cara metade, quando disse:
- A minha fofinha fez um jantarinho muito bom!
O sobrinho, de dez anos, acrescentou:
- A tia também tem que arranjar um fofinho.
O mano, ao telefone, repetiu:
- O teu sobrinho está a dizer que também tens que arranjar um fofinho.
Eu a rir:
- Pois...ou não.
O mano ri-se e ouço-o a dizer ao filho:
- Um fofinho...e se fosse uma fofinha?
É claro que quem conhece os putos de 10 anos, sabe que eles torcem o nariz a tudo, até ao ver beijinhos na televisão, por isso a sua reação não foi exceção, torceu o nariz.
E ficou por aí, ambos nos rimos e continuámos a conversa.

Moral da história, é assim que passo a passo se lhes vai dando a conhecer outra realidade e passo a passo que os pitucas vão começando a encaixar a gaivota nas suas vidas (se bem que eles não a largaram nas férias do Verão!).
É assim que eu vou comprovando sempre o que já não necessitava de confirmação, que amo os meus irmãos, por tudo, mas também pela sua sensibilidade, por fazerem questão que o n@s seja uma realidade não só perante eles, mas também perante os pitucas.
Step by step lá chegaremos!