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03 janeiro 2016

E o dia chegou!


Faz praticamente 5 anos que "um dia" aconteceu...
Esse dia é hoje!
Nós os três, junto à lareira.
Custava-me a acreditar que seria possível...
O que sinto?
Serenidade, conforto e amor por todos nós.





Nota: "hoje" foi a 29 de dezembro. Não me foi possível publicar antes.

18 dezembro 2015

...



"Não tenho medo de nada, só tenho medo de tudo"

Já diz o Peixoto e tem toda a razão!

...

A balança em mim está constantemente à beira do desequilíbrio!

12 dezembro 2015

12 novembro 2015

Lifted

(imagem via: weird fish ♀)


 Dianne Reeves - Feels so Good (Lifted)

"Sometimes, I get so tangled in my emotions
Stuck in a "why" and who's to blame?
How I'll list to change the natural motion
Knowing that some things will never change
So I let it go....oh yeah...
Coz there are things you simply can't control

And it feels so good
I wanna stay lifted
I wanna stay free
Yes it feels so good
Just to be open
Just to be seen
(...)"

28 julho 2015

A leveza que advém da honestidade

Sim, finalmente ao fim de praticamente 40 anos abri a porta aos meus pais e mostrei-me como quem realmente sou!

Como me sinto?
Leve por finalmente ser honesta com eles;
Leve por não ter mais que omitir;
Leve por perceberem que sou feliz;
Leve por me abrirem os braços e dizerem: 
"O que importa é seres feliz, sempre serão bem vindas e ninguém tem nada a ver com a vossa vida!"

Mas o que mais me deixou feliz foi perceber que no fundo ambos sempre souberam quem eu sou e apenas respeitavam a minha decisão de não lhes contar e aguardavam que eu quisesse assumir.

Agora sim posso respirar fundo e dizer que quem realmente importa ama e aceita, o resto é irrelevante!

Se o devia ter feito antes?
Certamente, mas agora de nada valem as nostalgias com o que podia ter sido.
Agora o que importa é o futuro de peito aberto e cabeça erguida!

I'm out and proud!

17 dezembro 2014

"Zen mode"


Nota: é isto ou as sessões de acupuntura fizeram-me bem para além do "zen mode"

01 outubro 2014

Em Dia Mundial da Música

Donna Maria - A rosa e o espinho

Nota_1: Excelente para assinalar este dia Mundial da Música, pois há músicas assim que tocam a alma!
Nota_2: Para assinalar o regresso tão aguardado dos Donna Maria e eventualmente, o meu regresso ao blog que tem estado em stand by porque esta blogger está há demasiado tempo em modo 
"Cuidado, perigo de explosão"!

22 maio 2014

Viver



" (…)
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos. 


Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo. 


Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar. 


Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante. 


Morre lentamente, 
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, 
não pergunta sobre um assunto que desconhece 
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. 

Evitemos a morte em doses suaves, 
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior 
do que o simples acto de respirar. (…) "


Dizia ele assim no seu livro ("Nunca te distraias da vida") citando Martha de Medeiros e realmente tem toda a razão, é tão fácil deixarmo-nos morrer lentamente, é tão mais fácil desistir, cansa tanto remar contra a maré, custa tanto suportar a falta de princípios de alguns (cada vez mais), 
tanto esforço e depois os mal humorados somos nós, os conflituosos somos nós
...
Para quê? 
Para podermos  viver sem termos vergonha de nós próprios
(e enquanto eu conseguir ter a sanidade para pensar assim, vai o barco menos mal)


Nota: Acho que como ele diz no vídeo, devo estar a precisar de um abraço!
Nota_1: E não, felizmente não tenho ninguém a passar pela sua situação.

20 março 2014

That's it!




...


… tão cansada
… bem pior que assumir que se faz por interesse próprio é o falso altruísmo…
… não há paciência para adultos mal resolvidos, interesseiros e falsos!

… tão cansada
… há dias que basta o "abracinho" de um pituca ou o sorriso de um "artista" motivado
… mas há outros, que começam a ser a maioria, nem colegas nem pitucas se atura!
… não fosse a falta de coragem, dava um pontapé a isto tudo e mudava de vida...

10 março 2014

So right !


Nota:  I'm in a valley...

19 novembro 2013

Informal q.b.

Não sou pessoa que exija formalismo nas relações profissionais, no entanto considero que determinadas situações exigem o seu quê de formalidade, nem que seja simplesmente porque, quando tal não se verifica, há muito boa gente que tende a, no mínimo distrair-se e no máximo a "avacalhar" a situação!
Dito isto, custa-me um pouco "engolir" a falta de formalidade dos superiores hierárquicos (com utilização de palavrões à mistura) numa tentativa de "laissez-faire", com uma postura de parecer estar "na boa" com todos, mas que no fundo apenas reflete muita falta de competência.
Quanto aos que sempre procuram ser profissionais, questionam e colocam em causa, são considerados uns "chatos", sempre do contra e de quando em vez "toma lá mais trabalho pra ver se te calas!"
E depois queixam-se quando vêem o barco a afundar e passam do "porreiro pá!" para "é da vossa competência!"

Nota: esclareço que (1) eu também digo umas asneiras de vez em quando, mas unicamente entre amigos; 
(2) sei que formalidade não é sinónimo de competência  e que informalidade não é sinónimo de incompetência;
(3) já trabalhei com "formais" que é só conversa e com "informais" que estão sempre prontos para trabalhar.

15 novembro 2013

Já com saudades...

…do fim de semana passado!


Nota: Fartinha, fartinha de estar em casa!

03 setembro 2013

Já me tinha esquecido...


...porque detesto fazer formação com colegas de profissão... é que a grande maioria se comporta como os putos que costumamos ter à frente.
Não posso com gente que insiste em ter conversas paralelas quando o preletor está a tentar falar, nem com piadas que não têm graça nenhuma.
Não há pachorra para tanta falta de profissionalismo e de boas maneiras!

14 agosto 2013

Por entre extremos

De um lado a saudade imensa, 
a vontade de estar com quem, em todas as vezes que lá vou se nota mais o passar do tempo, os pais.
A vontade de ir beber o cafezinho da manhã com a mãe, apanhar a pouca aragem que se sente por essas horas, auxiliar nos afazeres, abraçar, mimar e simplesmente estar,
a vontade de seguir atrás do pai pelas poucas sombras que o casario proporciona ao início da tarde, para com ele o cafezinho tomar após o almoço, para lhe fazer a vontade de me "mostrar" às gentes da terra

Por outro o sentir que sou um estorvo,
que pouco após a chegada, após o "carregamento da bateria" das saudades que de mim tinham, que após o meu próprio "matar" de saudades, estou a tirá-los da sua rotina diária,
que o modificar do habitual cria instabilidade.

Queria conseguir evitar este sentir que não sei se sou eu que o origino,
queria conseguir relaxar,
queria encontrar o verdadeiro diálogo onde ele nunca existiu.

Chego sempre com a vontade de que tudo esteja melhor, que a amargura ceda lugar ao entendimento, que as dores físicas e psicológicas sejam menores e que a harmonia seja constante e não esporádica.
Parto sempre com a frustração de quem nada pode fazer, pois ambos, cada um à sua maneira, carregam um fardo que os filhos, por muito que quisessem, não conseguem dissipar, apenas amenizar.

Queria apenas que fossem verdadeiramente felizes.


 Daughter - Drift

11 julho 2013

"(...) esquivo e confuso"

Sei que pouco tenho passado por aqui, 
pouco conteúdo tenho deixado no que publico
(por vezes só a música parece continuar a querer ser partilhada),
pouco tenho comentado nos blogs que sigo,
como diz quem anda de pés para o ar : "não tenho falado quase nada".

Por muito que aqui partilhe um pouco de mim
obviamente tal não corresponde ao todo

Partilhar implica refletir
e por vezes prefiro não refletir...

Em especial nesta altura difusa que não é trabalho nem férias
é habitual sentir-me sem rumo
é a fase em que volto aos livros, pois durante a fase de trabalho não consigo ter motivação para pegar em nada

Por isso, aqui estou a devorar, a conselho do mano velho,
o livro "Pensei que o meu pai era Deus"(Antologia organizada por Paul Auster),
o qual me está a saber tão bem e a dar vontade de voltar a dizer algo.

Aqui ficam umas palavras que me tocaram e fizeram refletir:

"Todos sentimos que fazemos parte do mundo e que, no entanto, estamos exilados dele. Todos ardemos  no fogo da nossa própria existência. São precisas palavras para exprimir aquilo que existe em nós (...)"

"Fiquei a saber que não sou o único a acreditar que, quanto melhor compreendemos o mundo, mais esquivo e confuso ele se torna."


Nota: afinal, provavelmente, não sou um bichinho assim tão raro. Há mais como eu!

03 junho 2013

"Obrigado"


Custa-me imenso perceber que há crianças que não sabem dizer um simples "obrigado".
Não tenho qualquer problema em dar algo a um aluno que por mil e uma razões ele não consegue ter, mas já me aconteceu por duas vezes nem sequer ouvir um "obrigado" e ter de lhes chamar a atenção para esse facto e explicar os fundamentos da boa educação.
Sentir apreço e agradecer é algo de tão básico que os progenitores deviam ensinar que daí se percebe que no fundo eles até são muito bons para algumas das "árvores" de onde vêm!

13 março 2013

A importância dos pequenos passos...


... ou não...
Quem por aqui passa sabe que a aceitação familiar de n@s tem avançado a passo...de caracol!
A mãe da gaivota sabe de n@s há mais de 6 anos e o primeiro contacto que tive com ela neste período de tempo aconteceu faz praticamente um ano, quando a gaivota foi sujeita a uma operação e a mãe teve de obrigatoriamente "lidar" comigo.
Nessa altura confesso que fiquei feliz com a pequena aproximação e considerei-a um passo muito importante.
Desde então a gaivota passou sempre a falar no plural e a não omitir a nossa vida.
Passado este tempo todo, pela primeira vez, a sua mãe passou uma noite cá em casa, o que é de extrema importância para o evoluir da nossa possível futura relação.
Se me senti apreensiva, receosa, expectante?
Curiosamente, para meu próprio espanto, não senti nada disso.
Mas a constatação deste facto fez-me pensar que começo a relativizar, que o que realmente importa é que nós estamos bem, que finalmente estou a conseguir relaxar e apenas desfrutar os momentos.
Quem nos quer acompanhar é bem vindo, quem quer implicar, siga o seu caminho.
Apesar de não gritarmos a plenos pulmões, nem acenarmos com nenhuma bandeira, procuramos ir ganhando o nosso espaço e gerindo as situações conforme nos surgem.
Se é o grau de honestidade que desejaria?
Como já disse muitas vezes por aqui, não é, mas...há que relativizar.
Somos felizes e isso sim é muito importante!

11 março 2013

Tocar na alma...


Não sei se é preciso ser professor para que este filme toque no mais fundo de nós.
Não sei se é preciso conhecer a realidade para perceber que pouco faltará para estarmos neste ponto.
Não sei...
Só sei que me tocou na alma...